Não é novidade para ninguém que esse ato me emociona, pelo momento, pois quando acreditei que fosse ocorrer, lamentavelmente me decepcionei, e num momento em que não aposto em nada, assisto a justiça ser feita.
Eu sei o quanto esses moleques sofreram, porque sofri junto, foram injustamente colocados no meio de uma briga entre o mar e o rochedo, foram transformados em mariscos, e o restante da história conhecemos.
Peregrinaram pelo Pega no Samba, Andaraí, e por fim Imperatriz do Forte, escola que lhes deu atenção, carinho e oportunidade de desfilar como primeiro casal, tiveram assim, o respeito que Jucutuquara nunca dispensara a ambos.
Sairam da Imperatriz pela porta da frente, para voltar para casa, não fosse esse o motivo, tenho a certeza que lá permaneceriam.
Essa diretoria que não é a dos meus sonhos, baixa um pouco minha bola e me faz rever parte de meus conceitos, reafirmando que muitas vezes o que queremos vem de onde não esperamos, e de onde esperávamos, fica a ressaca por terem perdido a oportunidade de corrigir a história quando a caneta estava na mão.
Mancha Negra.
XEQUE-MATE.
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